risco de pobreza comentado por Viera da Silva
Vieira da Silva: risco pobreza é hoje menor do que há 10 anos
Apesar das «fragilidades, muitas delas estruturais», Portugal é um país onde o risco de pobreza é menor do que há uma década, destacou esta segunda-feira o ministro Vieira da Silva, a propósito de um estudo que revela um terço dos portugueses vive «num contexto de precariedade».
A presença de uma grande "privação" na sociedade portuguesa, não só nas classes mais pobres, mas também nas classes médias, e a ausência de confiança são duas das principais conclusões do estudo "Necessidades em Portugal", hoje apresentado em Lisboa.
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Apesar das «fragilidades, muitas delas estruturais», Portugal é um país onde o risco de pobreza é menor do que há uma década, destacou esta segunda-feira o ministro Vieira da Silva, a propósito de um estudo que revela um terço dos portugueses vive «num contexto de precariedade».
A presença de uma grande "privação" na sociedade portuguesa, não só nas classes mais pobres, mas também nas classes médias, e a ausência de confiança são duas das principais conclusões do estudo "Necessidades em Portugal", hoje apresentado em Lisboa.
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"Portugal é um país onde há demasiados pobres mas obviamente sabemos que num contexto mais alargado temos de ter a humildade de perceber que a nossa situação é muito mais vantajosa do que aquela em que muitos povos vivem em muitas zonas do mundo", afirmou por sua vez o ministro do Trabalho e Solidariedade Social, Vieira da Silva, presente na apresentação do estudo. Afirmando-se preocupado por cerca de 60 por cento dos portugueses viverem com menos de 900 euros por mês, o ministro considerou que seria ainda mais preocupante se "essas pessoas estivessem abaixo da linha de pobreza".
"[Portugal] é um país que tem fragilidades, muitas delas estruturais, mas são fragilidades que já mostrámos que somos capazes de ultrapassar", disse, lembrando que "o indicador da União Europeia que retrata a situação social do ponto de vista da privação - o indicador da intensidade do risco de pobreza - tem hoje em Portugal um valor de 18 por cento", comparado com os 23 por cento registados há uma década.
O inquérito hoje apresentado conclui que 35 por cento dos portugueses têm "uma privação" alta ou média e que mais de metade (57 por cento) tem um orçamento familiar abaixo dos 900 euros.
O universo dos mais vulneráveis (que revelam mais sentimentos negativos) coincide com os idosos, as famílias monoparentais e os menos instruídos.
(...) a maioria está insatisfeita com a falta de perspectivas e com as condições de trabalho: 30,6 por cento desejaria mudar de emprego mas, entre estes últimos, 37,5 por cento confessa que não faz nada para que isso aconteça.
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"[Portugal] é um país que tem fragilidades, muitas delas estruturais, mas são fragilidades que já mostrámos que somos capazes de ultrapassar", disse, lembrando que "o indicador da União Europeia que retrata a situação social do ponto de vista da privação - o indicador da intensidade do risco de pobreza - tem hoje em Portugal um valor de 18 por cento", comparado com os 23 por cento registados há uma década.
O inquérito hoje apresentado conclui que 35 por cento dos portugueses têm "uma privação" alta ou média e que mais de metade (57 por cento) tem um orçamento familiar abaixo dos 900 euros.
O universo dos mais vulneráveis (que revelam mais sentimentos negativos) coincide com os idosos, as famílias monoparentais e os menos instruídos.
(...) a maioria está insatisfeita com a falta de perspectivas e com as condições de trabalho: 30,6 por cento desejaria mudar de emprego mas, entre estes últimos, 37,5 por cento confessa que não faz nada para que isso aconteça.
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