14.5.12

"com naturalidade"

O Primeiro Ministro disse ontem que via esta situação "com naturalidade". Poderia manifestar, sei lá, preocupação. Mas não, vê a "situação com naturalidade". Pois bem, enquanto virmos a pobreza como algo "natural", naturalmente não agiremos para que esta desigualdade estrutural deixe de persistir e de engrossar.


http://www.tvi24.iol.pt/aa---videos---economia/rsi-beneficiarios-rendimento-minimo-agencia-financeira/1348047-5797.html

CRISE, oportunidade e risco

Esta máxima, que faz parte do jargão sistémico, chegou-me pela via da formação em terapias e intervenções sistémicas, e sempre me fez sentido pensar a crise como oportunidade (de mudança) e risco (de impasse), como diria Salvador Minuchin, entre outros. Gosto de chavões. Ou melhor, gosto de pensar os chavões. São quase sempre muito interessantes, mas frequentemente redundam no esvaziamento do seu sentido e da sua fundamentação quando extrapolados de forma errónea.

Apesar de não me surpreender em (quase) nada, talvez apenas pela enorme falta de sentido de Estado, sensibilidade e também de compaixão, como a caracteriza Pedro Adão e Silva, a frase de Pedro Passos Coelho sobre o desemprego como oportunidade é de uma atroz falta de crítica típica do político que usa uma retórica vazia de conteúdo com o fito na legitimação da sua acção. Ironizava eu, pensando que, de facto, é uma oportunidade... de ficar excluído de um sistema central da vida em sociedade e de experimentar a pobreza.

Pensemos brevemente no sentido da máxima, que se reporta a crises em sistemas. A crise num sistema deve obrigar a mudança nesse sistema, para que este se transforme, daí o sentido de oportunidade. Mas só assim faz sentido. O ponto nodal da crise que vivemos sabemos onde está. sabemos, não sabemos? É, assim, nesse sistema que a mudança tem operar-se. Colocar a questão como a colocou não faz qualquer sentido. Os sistemas micro que vivem as consequências da crise podem fazer parte dessa mudança, sim, claro, como partes do sistema, movimentando-se colectivamente para a sua mudança. Mas neste caso, quando as mudanças operadas não são verdadeiras mudanças (de tipo II ou de 2ª ordem, como defende a teoria dos tipos lógicos), mas sim ajustes (de tipo I ou de 1ª ordem) subjugados ao poder do ponto nodal da crise, também faz sentido sentirmo-nos mais oprimidos (em impasse).

A máxima aplicada a indivíduos só faz sentido quando a crise é perspectivada como pessoal. Sabemos todos que esta crise não é um problema individual e que o desemprego não é um problema individual. Ou será que não sabemos?

2.5.12

Da desORDEM

Eis mais um elemento que teremos de analisar profundamente neste longo percurso de luta para que os assistentes sociais portugueses tenham uma Ordem Profissional. O documento, que nos apanhou de surpresa, apesar dos contactos estreitos com o governo e com os deputados da maioria, encontra-se em consulta pública. A APSS reúne este fim-de-semana para discutir a situação perante este novo cenário.


30.4.12

inquietações

Penso muito nesta ideia, mas há quem a tenha transmitido de uma forma inequívoca: 
"A pobreza força o homem livre a agir como escravo."
Hannah Arendt
A Condição Humana


A frase foi evocada por um assistente social meu amigo numa longa conversa sobre o estado de coisas.

CES: 16 de maio


Seminário
A segunda geração de políticas de inserção pelo trabalho para beneficiários de programas de rendimento mínimo na Europa

ler e reler


Entrevista a Rob Riemen

Inquietação (por J P Simões)

10.4.12

Um Estado anti-social

Leia-se o artigo do economista Avelino de Jesus http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=549771

artigo interessante sobre o RSI

http://www.publico.pt/Sociedade/governo-acusado-de-preconceito-ideologico-ao-limitar-acesso-ao-rsi-1540528

Livro online

Fonte: http://poteresocial.com.br/blog/?p=190#.T32vZwHGfXp.facebook 
Segue a versão digital – INTEGRAL – do livro “Serviço Social e Saúde: Formação e Trabalho Profissional”. Este é disponibilizado gratuitamente em versão digital por uma das entidades financiadoras do livro.
Para aqueles que preferem a versão impressa, a editora Cortez comercializa o livro por R$ 51,00 (Você tbm pode adquiri-lo na Pótere, com desconto!)
Sinopse do Livro (basta clicar no artigo):
Esta Coletânea enfoca a política de saúde e também questões relacionadas a vários temas de importância capital nos dias de hoje, como: seguridade social, políticas sociais e democratização do Estado. Revela-se como uma contribuição fundamental para todos aqueles que querem enfrentar, de forma crítica, os dilemas da formação e do exercício profissional.
 1ª Parte: Política Social e Política de Saúde
1_Fundamentos da Política Social
Elaine Rossetti Behring
2. Seguridade Social Brasileira: Desenvolvimento Histórico e Tendências Recentes
Ana Elisabete Mota
3. O Financiamento da Seguridade Social no Brasil no Período 1999 a 2004: Quem Paga a Conta?
Ivanete Boschetti e Evilásio Salvador
4. Democratizar a Gestão das Políticas Sociais – Um Desafio a Ser Enfrentado pela Sociedade Civil
Raquel Raichelis
5. Política de Saúde no Brasil
Maria Inês Souza Bravo
6. Controle Social na Saúde
Maria Valéria Correa
2ª Parte: Serviço Social e Saúde
1. A Construção do Projeto Ético-político do Serviço Social
José Paulo Netto
2. As Dimensões Ético-políticas e Teórico-metodológicas no Serviço Social Contemporâneo
Marilda Villela Iamamoto
3. Projeto Ético-Político do Serviço Social e sua Relação com a Reforma Sanitária: Elementos para o Debate
Maria Inês Souza Bravo e Maurílio Castro de Matos
4. Desafios Atuais do Sistema Único de Saúde – SUS e as Exigências para os Assistentes Sociais
Vera Maria Ribeiro Nogueira e Regina Célia Tamaso Mioto
5. Serviço Social e Práticas Democráticas na Saúde
Ana Maria de Vasconcelos
6. Sistematização, Planejamento e Avaliação das Ações dos Assistentes Sociais no Campo da Saúde
Regina Célia Tamaso Mioto e Vera Maria Ribeiro Nogueira
7. O Trabalho nos Serviços de Saúde e a Inserção dos(as) Assistentes Sociais
Maria Dalva Horácio da Costa
8. A Formação dos Trabalhadores Sociais no Contexto Neoliberal. O Projeto das Residências em Saúde da Faculdade de Serviço Social da Universidade Federal de Juiz de Fora
Ana M. Arreguy Mourão, Ana M. C. Amoroso Lima, Auta I. Stephan-Souza, Leda, M. Leal de Oliveira
3ª Parte: Pesquisa e Sistematização do Trabalho Profissional
1. Orientações Básicas para a Pesquisa
Regina Maria Giffoni Marsiglia
2. Retomando a Temática da “Sistematização da Prática” em Serviço Social

2.4.12

RSI: entre as propostas políticas e a anedota

Haja paciência:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2393209

Haja capacidade de rir:
http://www.imprensafalsa.com/387165.html

RSI: mitos e realidades



Infografia de Nuno Oliveira
Dados de 2009 e 2010

Fonte:
http://ladroesdebicicletas.blogspot.pt/2011/12/rsi-mitos-e-realidades.html (30 Dez 2011)

"Clicar, para ampliar, nesta excelente infografia de Nuno Oliveira (via facebook), que reúne e analisa dados relativos ao Rendimento Social de Inserção (RSI) e que arrasa a propaganda populista e demagógica que desde há muito envenena a opinião pública. De acordo com os dados, relativos a 2009 e 2010 (hoje a situação será bem pior, em virtude dos sucessivos cortes posteriores), o RSI abrange apenas 18% da população a viver abaixo do limiar de pobreza (e 4% no total da população), representando um encargo para o orçamento da Segurança Social que não vai além dos 2,5% (bem inferior aos 30% relativos às dívidas das empresas). E a famosa fraude, que o discurso populista tenta colar a esta prestação, é estimada em apenas 3% (casos de cessação devida a «falsas declarações»), valor que tem vindo a diminuir, uma vez que o RSI é o programa mais ferozmente fiscalizado pela Segurança Social.

Adenda: A tripla tenaz da austeridade (corte nos rendimentos, aumento de impostos e tarifas e restrições no acesso a serviços públicos), para além do aumento galopante do desemprego (de 10,1% no final de 2009 para 12,4% em Setembro de 2011), elevaram certamente o número de portugueses a viver abaixo do limiar de pobreza (isto é, com menos de 360€ por mês). Mas mantendo os cálculos, por defeito, para esse valor, e considerando que em Setembro de 2011 o número de beneficiários do RSI caiu para cerca de 340 mil, o seu peso na população a viver abaixo do limiar de pobreza passa a ser de 17%."

20.3.12

DIA MUNDIAL DO SERVIÇO SOCIAL

TENHO ORGULHO EM SER ASSISTENTE SOCIAL E DE CONTRIBUIR PARA A FORMAÇÃO DE ASSISTENTES SOCIAIS. CONTINUAREI A SER INSISTENTE SOCIAL.

13.3.12

Uma Semana de Ação: 20 a 26 de Março

Consulte o site da APSS onde tem toda a informação sobre as várias iniciativas.

www.apross.pt

21.1.12

agenda

SEMINÁRIO

INVESTIGAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL
DEBATES E PERSPECTIVAS
27 e 28 | Janeiro | 2012 
Prof. Ian Shaw
University of York - UK 

http://www.cesss-ucp.com.pt/

12.1.12

economia solidária

Entrevista com Jean-Louis Laville

Sociólogo e economista, Jean-Louis Laville é professor no Conservatoire National des Arts et Métiers (CNAM). Tem investigado e publicado sobre as relações entre economia e sociedade e designadamente sobre sociologia económica, economia social e economia solidária no Laboratoire Interdisciplinaire pour la Sociologie Economique (Lise, CNRS-Cnam, Paris) sendo ainda coordenador europeu do Instituto Karl Polanyi de Economia Política.

http://saladeimprensa.ces.uc.pt/canalces/index.php?accao=canalces&id=4752

2.1.12

Não resisto a partilhar...

"Em televisão, vale mais uma velhinha a lamuriar-se no meio da sua miséria que um assistente social a alertar para as falhas estruturais na rede social que, durante os próximos anos, vão gerar mais uns milhares de velhinhas como esta"
Paulo Kuteev-Moreira
in Diário Económico, 2004/04/01 

http://www.citador.pt/cact.php?op=7&author=196&firstrec=0

Um ano em que insistir será pouco... 2012.

13.12.11

Tempo de Antena da APSS dia 14

Assista ao tempo de antena da APSS, quarta-feira, antes do Telejornal na RTP1.

12.12.11

Rostos do RSI

HOJE: Conferência “Serviço Social e Cidadania: Ser Assistente Social na contemporaneidade”. Universidade dos Açores

Conferência Serviço Social e Cidadania: Ser Assistente Social na contemporaneidade”
Conferência:
- Dra. Natércia Gaspar (Diretora Regional da Solidariedade e Segurança Social) -  “Serviço Social e Cidadania: Ser Assistente Social na contemporaneidade”
Apresentação das Teses de mestrado:
- Mestre Cidália Louro: “Os Filhos do Estado: que intervenção social.”
- Mestre Helena Soares: “Cuidar de Doentes Deslocados: um estudo das dinâmicas familiares de doentes deslocados, por períodos de longa duração, beneficiários do Serviço Regional de Saúde da Região Autónoma dos Açores”

Promovido pela Associação dos Profissionais de Serviço Social – Delegação Regional dos Açores
12 de Dezembro de 2011 às 17 horas
Anfiteatro C da Universidade dos Açores
Entrada gratuita

Seminário “O CENTENÁRIO DA PROTECÇÃO À INFÂNCIA - A protecção dos direitos da criança e a criança imigrante em Portugal"

15 de Dezembro de 2011
Local: Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC)

No âmbito da efeméride do Centenário da Protecção Judicial à Infância em Portugal (primeiro com a Lei de 1 de Janeiro de 1911, que criou a primeira Comissão de Protecção de Menores em Portugal e, depois, com a Lei de Protecção à Infância (LPI) de 14 de Junho de 1911), a CPCJ de Coimbra e o ISMT propõem-se debater os problemas actuais, debater os problemas actuais que trazem alguma complexidade acrescida aos Processos de Promoção e Protecção de crianças e jovens em perigo, especificamente os que dizem respeito a crianças filhas de imigrantes.
Os objectivos que propomos para o desenvolvimento do trabalho são:

- Fazer uma breve história da protecção às crianças e jovens em Portugal e em Coimbra;
- Promover o debate sobre a situação das crianças e jovens em perigo na região centro;
- Analisar as dificuldades sentidas com a problemática inerente às crianças e jovens filhos de imigrantes com PPP;
- Difundir e aprofundar as boas práticas levadas a cabo pelas CPCJ, em particular relativamente às estratégias de comunicação e intervenção junto de populações imigrantes.

Programa

9h30 - Sessão de abertura: Instituto Superior Miguel Torga, Câmara Municipal de Coimbra, CNPCJR e CPCJ de Coimbra
10H00 – Mesa - Direitos da Criança – 1911-2011 - História e sistema de protecção à criança e jovem em Portugal: cidadania nacional e cidadania global
Coordenação da mesa – Dr. Oliveira Alves (Presidente da CPCJ de Coimbra)
10h00 Dra. Fátima Duarte (em representação do Dr. Armando Leandro – Presidente da CNPCJR)
10h30 - Mestre Rosa Tomé – ISMT - Direitos da Criança e história da protecção às crianças e jovens em Portugal e em Coimbra
10h50Doutor Adelino Antunes – Um país do arco-íris – para uma aproximação à educação multicultural e pluriétnica
11h15 - Pausa para café
11H30 – Mesa - Princípios legais e/da intervenção com a população imigrante
Coordenação da mesa - Dra. Ana Maria Rodrigues (membro da CPCJ)
11h30 - Dr.ª Raquel Francisco – Procuradora da República junto do TFM de Coimbra – (A CONFIRMAR)
11h45 Mestre Maria João Guia - Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) – A Criança Imigrante e a Lei Portuguesa: Breves Apontamentos, Novas Problemáticas
12h00 Dra. Paula Duarte - IAC de Coimbra
12h15 - Debate
 
14H30 – MESA - Direitos das Crianças: Boas práticas e constrangimentos na intervenção protectiva com crianças imigrantes
Coordenação da mesa – Dra. Fátima Gonçalves (membro da CPCJ)
14h30 – Dra. Fátima Duarte (Interlocutora da CNPCJR para as CPCJ´s do distrito de Coimbra) – Protecção à Criança Imigrante/ Um Trabalho de Parceria na Cidade de Lisboa
15h00 Dr. Armando Garcia - CLAI (Centro Local de Apoio a Imigrantes – Centro de Acolhimento João Paulo II)
15h20 – Dra. Olga Fernandes - Associação Integrar – Projecto “Gerações com Futuros” - Imigrantes com mais escolhas

16H00 - Mesa - Direitos das Crianças: Boas práticas e constrangimentos na intervenção protectiva com crianças imigrantes em Coimbra
Coordenação da mesa – Dr. Tiago Morais (membro da CPCJ)
16h00 - Tânia Tomás - Estagiária do ISMT na CPCJ de Coimbra – As Crianças/Jovens da Europa de Leste, Sinalizadas na CPCJ de Coimbra, no período 2003 a 2011
16h20 - Dr. Pedro Machado - CPCJ de Coimbra - A intervenção protectiva e social com as crianças imigrantes e seus constrangimentos
16h40 – Dra. Andrea Campos - Cáritas Diocesana de Coimbra – (Re)Nascer Cidadão – Práticas interventivas com crianças ciganas/ romenas.
17h00Debate

COMISSÃO ORGANIZADORA: Dr. Oliveira Alves – Presidente da CPCJ de Coimbra, Dra. Ana Albuquerque – Secretária da CPCJ de Coimbra, Mestre Maria Rosa Tomé – Docente ISMT, Tânia Tomaz – estagiaria de 1º Ciclo em Serviço Social ISMT

SECRETARIADO: Tânia Tomás, Marta Mascarenhas, Joana Oliveira
Inscrições (gratuitas) para: seminario15dezembro@gmail.com
Com certificado de presença Inscrições até 13/12/2011

Petição

«As crianças não podem ser deixadas ao "sabor do vento" - Pela continuidade dos técnicos nos Lares de Infância e Juventude» 

5.12.11

violência sobre mulheres - campanha

Portugal é o 6º país mais desigual do mundo desenvolvido

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=523567

crédula defraudada

Gilbert Garcin,
La précarité, d'après Robert Motherwell,
2005

Sempre vi e paguei os impostos acreditando que a redistribuição dos rendimentos é o mecanismo mais justo para uma vida em sociedade que procura o bem-estar pela coesão social.

Apesar da carga fiscal ser elevada e excessiva relativamente ao rendimento, no nosso país, e de apercebermo-nos frequentemente do seu mau uso, a legitimidade que confiro ao seu fim é de tal nobreza que tal pensamento me ajuda a pacificar os finais do mês. Este mês fiquei particularmente triste, muito triste. Os impostos que pagamos são cada vez menos para favorecer uma sociedade justa e para favorecer o acesso geral a serviços de bem-estar e cada vez mais para favorecer aqueles, que são tão poucos e tanto poder concentram, que defendem à boca cheia que o estado social é um desperdício insustentável e que enriquecem na mesma medida em que todos nós, aqueles que os animam, empobrecemos.

Ingenuamente temos de perguntar se é isto, tão simplesmente, que queremos. Nós, os 99%. Triste por perceber que não percebemos o poder que temos. Triste por sentir que nos sentimos demasiadamente esmagados e amarrados aos ditames de quem nos vê como migalhas. Triste por me sentir defraudada. Triste, enfim. 

Pode ser que, quem sabe, me passe a tristeza entretanto. Recuso-me a deixar de pensar assim, de forma simples e até algo ingénua, e de deixar de ser crédula. E vocês?

3.12.11

tecnologia e gestos simples

Gestos simples e tecnologia podem trazer a cidadãs e cidadãos com capacidades limitadas a possibilidade de uma participação social efectiva em situação de igualdade face aos que não têm as mesmas limitações. Há quem diabolize as tecnologias, talvez porque nunca foi confrontado com os seus verdadeiros trunfos.Tenho duas alunas amblíopes. Esta semana a turma fez o seu teste, tendo todos terminado no tempo acertado, ainda que em suporte diferente. Fiquei a pensar, de forma egoísta, que as minhas próprias limitações poderão ser sempre ultrapassadas. Porque todos temos ou podemos vir a ter limitações na nossa autonomia. Haja tecnologia e gestos simples.

Hoje é o dia internacional da pessoa com deficiência.

27.11.11

A APSS repudia e o Insistente Social apoia fortemente o repúdio

Lê-se no site www.apross.pt 

COMUNICADO
A Associação dos Profissionais de Serviço Social(APSS) repudia totalmente o teor, argumentação e finalidade da Petição “Extinção do Rendimento Social de Inserção” que deu entrada na Assembleia da República e foi admitida na Comissão de Segurança Social e Trabalho (XII Comissão) com o Nº 47/XII/1 no passado dia 15 de Novembro.
O texto da petição pode ser consultado online na ligação:http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N12827).
Mais informamos que daremos conhecimento desta posição à referida Comissão Parlamentar.
 Lisboa, 25 de Novembro de 2011

21.11.11

16.11.11

7.11.11

A situação de um colega húngaro está a fazer mexer as organizações internacionais de Serviço Social

http://swan.epetitions.net/


Norbert Ferencz is a social worker in Hungry. He has been dragged before the courts for defending rough sleepers, the homeless and the poor. For speaking out against a new law to criminalise rough sleepers he has been charged with 'incitement' and is facing a three year prison sentence. As a social worker, Norbert was following the International Federation of Social Work's definition of social work as an activist occupation that confronts social injustices. The Hungarian Code of Ethics for social workers also makes it clear that practitioners have a duty and a responsibility to inform the public of the growth of poverty and inequality and the state's responsibility to address these problems.
We demand that the Hungarian authorities drop all charges against Norbert who was merely following Point 11 of the Hungarian Code of Ethics which states that "social workers [should] facilitate change through their activities and professional 

20.10.11

O processo da Ordem dos Assistentes Sociais

Um novo passo foi ontem dado neste longo processo. Encontra no site da APSS www.apross.pt o link para o ficheiro áudio de uma audiência realizada ontem na Assembleia da República.