29.3.07

repúdio

Ninguém deve ficar indiferente a este tipo de posições e à força do ressurgimento deste tipo de movimentos! Contra a xenofobia!

7 comentários:

Patricia Freitas disse...

Pergunto: Como é possivel tal violação da constituição???
Como é possivel que alguém se preste a contribuir para este cartaz??
Mas fico ainda mais indignada por este outdoor permaner intacto sem nada ser feito!! é incrivel como a nossa justiça por vezes actua!!!

S Guadalupe disse...

pois, pior pior é que o partido existe!

a democracia tem destas coisas!

Carla disse...

Vergonhoso! Pena é que tenham tido dinheiro para 1 cartaz, felizmente é apenas 1!!!

marta disse...

é VIOLENTO... O problema nem é o cartaz... o problema é haver pessoas que aceitem estas ideias... Para o cartaz existir, ou até o partido, é porque existem pessoas que seguem estas ideologias. Felizmente são poucas, pois os restantes portugueses são inteligentes.
Será que foi este grupito que votou em salazar? (a ignorância dá nisto: xenofobia, racismo, salazarismo)

joaquim disse...

O problema neste momento é que estes grupos que permanecem vivos e por vezes na sombra por vezes de forma real, desde pelo menos há três décadas, vinculamndo-se a extremismos nacionalistas de direita internacionais (temos vários fenómenos e com mais força na França Le pen, na àustris, na Bélgicam na Holanda), forma já responsáveis por duas mortes, quando serviam os ditos Skins, os interesses deste senhor e seus familiares, o problema é que o cartaz sendo ofensivo, não será ilegal, exprime uma opinião, que (por enquanto não é maioritária), já se escudaram jurudicamente de modo a não cometere erros como no passado.
Por exmplo o partido que está por detrás é um remake de outros dois partidos extintos por via judicial uma vez que violavam a constituição, pela forma directa de apelarem ao fascismo, este já não é assim, os seus estatutos escondem as verdadeiras intenções.
Portanto, neste momento o combate terá de ser feito com mais rigor, porque eles já aprenderam que não irão conquistar o poder à cacetada como o Integralismo Lusitano fez no fim da 1ª república.
Mas se atentarmos à europa em muitos lugares as suas votações são expressivas, mesmo que não signifiquem que todos adiram, mas NÃO SE ESQUEÇAM HITLER CHEGOU AO PODER PELO VOTO.
A Democracia tem de se proteger e estarmos vigilantes.

Anónimo disse...

Tão grave como isto é alguns parttidos de esquerda defenderem ideias estalinistas e leninistas e ninguém fala. Sou contra todos os extremismos: mas sou coerente, sou contra os de direita e sou contra os de esquerda.
Sinceramente tou-me a borrifar para este tipo de cartazes pois não lhes ligo nenhuma.
Estamos numa democracia e deve haver direito à opinião quer concordemos com ela ou não. Isto é a democracia.
Ao darem tanto ênfase a este asunto estão a dar-lhes o que eles querem: atenção e tempo de antena.
Para isso não contam comigo.
Falem é do Irão e da indecente propoganda que aquele país de atrasados está a fazer à custa de 15 soldados que segundo provas de satélite nem sequer estavam nas águas iranianas. E já agora falem da jovem mulher que foi obrigada a pôr um lenço na cabeça e foi forçada a aparecer na televisão a dizer que tinham errado. Isso é que é mais preocupante.

S Guadalupe disse...

Caro anónimo,
ambos os assuntos me merecem a atenção, mas escolho o assunto que muito bem entendo para ocupar aqui lugar. É minha a responsabilidade de editar! Sou eu que defino sobre o que quero ou não escrever e ninguém é obrigado a ler! Encontrará muitas outras fontes de informação e espaços de debate onde encontra tal tema, pelo que espaços conforme a sua preferência não faltarão por aí... é uma questão de procurar!

Ambos os assuntos merecem atenção... não tento pelo folclore reinante nas notícias, mas por aquilo que representam, na esfera nacional e internacional!

Se os líderes do Irão são o que são... os iranianos não terão certamente todos a mesma posição. Jamais deixarei passar em claro uma observação tão absurda como a que proferiu ao referir-se "aquele país de atrasados". Uma vez mais, o meu repúdio.