18.2.09

saber o chão que se pisa...

A Igreja diz e reafirma o que pensa sobre o casamento e sobre a homossexualidade. Alguns acham mal e blá blá blá... eu cá acho muito bem ouvir destas vozes este tipo de palavras, que não espelham mais do que o pensamento conhecido da igreja católica apostólica romana. É o que é. Esta ou outra igreja não têm que ser políticamente correctas. Só desta forma conseguimos "saber o chão que pisamos"... e ninguém "anda ao engano". Concorde-se ou não!
Provocatoriamente, quando algum(a) católico(a) ajuíza o laço do casamento, eu costumo dizer que este é uma invenção do século XIII e que, por isso, Maria e José não eram casados! Não deixaram de ser família e de ter e criar Jesus, segundo rezam as estórias...

4 comentários:

prafrente disse...

Ainda bem que a igreja é livre para afirmar o que pensa...e ainda bem também porque eu, mesmo sendo católico, não sou "obrigado" a aceitar tudo aquilo que ela diz..

S Guadalupe disse...

Claro, claro!
Aí já se coloca o nível de concordância e a liberdade individual. Ainda que os dogmas religiosos não aceitem que seja possível compatibilizar tais aspectos... as pessoas que partilham a profecia lá os vão compatibilizando...

Duarte disse...

Quanto ao tema da adopção por casais homossexuais, tenho algumas reservas. Não por duvidar das competências de parentalidade que os mesmos possam ter, mas pelo contexto social. Há que pensar nas repercussões que essa situação traria para as crianças que estariam sujeitas à discriminação pelos pares e pela sociedade em geral, criando um risco para a sua saúde mental decorrente de uma socialização marcada por episódios dessa natureza. Teria que haver uma revolução de mentalidades e não apenas no que diz respeito à nossa sociedade (ocidental), mas a muitas outras. É uma realidade que ainda está a anos luz de se poder verificar, salvo algumas excepções. No entanto, face à exiguidade de candidatos a adoptantes e ao número exagerado de crianças institucionalizades, não há dúvida de que seriam um contributo a ter em conta para esta problemática, mas não nesta altura.

Sara Torres disse...

Concordo com o "prafrente" quando diz que não somos obrigados a seguir tudo o que a igreja diz. é bom que possamos ser críticos em relação a algumas coisas..